terça-feira, 16 de outubro de 2007

Discursão coletiva de termos tecnologicos

Na aula de hoje houve apresentação da pesquisa feita individualmente sobre alguns termos tecnologicos, aqueles termos escolhidos pelos alunos na aula anterior. Os termos discutidos foram: geração net, comunidade virtual, cibercultura, ciberespaço, virtualidade e inteligência artficial.
Bem, minha cabeça está um pouco confusa diante de tanta informação, mas foi tentar expor as noções que mais me marcaram. Primeiramente falamos sobre a geração net, que representa a geração atual, sendo que as crianças de hoje tem mais facilidade de lidarem com as "novas tecnologias" pelo simples fato de já terem nascidos num mundo desta categoria, além disso as crianças possuem a caracteristica inata da curiosidade, o que estimula a ação de "cutucar", "fuçar" e descobrir. Dessa forma essas crianças tem mais facilidade para lidarem com as tecnologias, e poranto, surge um inversão de valores, onde o jovem pode ensinar o mais velho.
O segundo termo é comunidade virtual, que abrange dois conceitos: comunidade e virtual. A compreensão de comunidade aqui é algo que pode extrapolar as bareirras da vizinhaça, assim pode-se haver comunidades com membros de polos diferentes, ou não, e essas comunidades são "mais ou menos permantes", ou seja, dura o tempo em que os participantes se enteressem. Por outro lado, o participante de uma comunidade tem que interagir para fazer parte dela, caso contrario ele torna-se um mero consumidor.
Dando continuidade aos termos temos agora cibercultura e ciberespaço, que dizem respeito a tuda a cultura e espaço desse mundo virtual.
A virtualidade é um conceito mais complexo, porém muito interessante, e aqui entra muito de filosofia. Para tratar desse termo surgem quatro novos conceitos: real, virtual, atual e potencial. Bem, o que pude entender disso? O virtual é algo real mas não atual, e o real é atual, afinal o que é virtual existe mas não é presente. O virtual e o atual se interligam a tudo momento, o virtual é a possibilidade, o que potencializa que o atual aconteça, e o atual por sua vez permite que o virtual reaconteça.
Por fim falamos sobre a inteligencia artificial, e pude entender como uma especie de inteligencia nas maquinas, ou melhor um mecanismo que permite que essas maquinas processem programas em cima de programas, o que aparenta uma certa autonomia das maquinas, em que elas proprias criam seus reajustes.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Simulação - termo contemporâneo

Já pude notar que existe diversos tipos de simulação: de calculos, de acidentes, em filmes, entre outros.

"Em computação, simulação consiste em empregar técnicas matemáticas em computadores com o propósito de imitar um processo ou operação do mundo real. Desta forma, para ser realizada uma simulação, é necessário construir um modelo computacional que corresponda à situação real que se deseja simular." (Wikipédia, 2007).

"A simulação é uma abordagem geral para o estudo de problemas, geralmente complexos, para os quais não se dispõe de solução analítica. Num contexto mais amplo, a simulação refere-se à construção de modelos de qualquer natureza (físicos, matemáticos,sistemas produtivos e de distribuição) e simulação de cenários para o apoio à tomada de decisão.
Em termos mais práticos, a simulação consiste na construção de um modelo de um sistema real (ou ainda por existir) e, através do uso do computador, possibilitar a realização de experimentos com vários cenários deste modelo.
É uma ferramenta de auxílio na avaliação de sistemas fornecendo uma melhor compreensão em lugar de gerar simplesmente uma solução.
Com o crescimento da complexidade dos problemas reais e a evolução dos sistemas computacionais, a simulação aparece como uma ferramenta cada vez mais utilizada nas mais variadas áreas de conhecimento.
Principais motivos para uso da simulação:Modelagem mais perto da realidade - A Simulação permite maior liberdade na adaptação da realidade sem precisar se fixar em moldes e modelos de solução já pré-definidos. Dá respostas rápidas sem interferência no sistema em estudo.
Processo de modelagem evolutivo - Podemos elaborar modelos que simplificam a realidade e ir refinando-o ao longo do tempo. Princípio de aprender fazendo.
Suposições do tipo "what-if" - Torna possível observar o resultado da mudança de diversos parâmetros, permitindo ao tomador de decisão a comparação de diversos cenários." (UFRJ, s/d)

O que me veio a cabeça antes de começar a pesquisar sobre simulação, foi aqueles jogos de 3D que simulam uma situação, assim o espectador tem a impressão que está vivenciando a cena que assiste, através das sensações de vibrações e de movimentos. Porém após a pesquisa passei a compreender simulação como um sistema que possibilita o estudo de uma realidade complexa, criado com as finalidades de: fornecer um diagnostico do problema, trazer soluções rápidas sem que haja modificações no problema real, além de ajudar a compreender a situação existente através de simulações simplificadas da realidade.

Auto-reflexão da produção da cartilha

Bem, isso não é uma coisa que sei fazer muito bem: me avaliar. Mas como solicitado pela Professora Bonilla estou aqui para tal função em relação a realização da cartilha. Apesar da minha dificuldade considero a auto-avaliação algo necessario em um trabalho em grupo.
Pois então, o que posso dizer é que a construção da cartilha não foi menos cansativa e trabalhosa por conta do baixo número de componentes do grupo que se dedicaram a esse processo. Houve, também, uma dificuldade para me encontra nesse "novo método" de trabalho coletivo, mas em um certo momento a comunicação aconteceu de forma efetiva no grupo yahoo entre alguns componentes do grupo. Para mim isso foi um ponto de partida, pois anteriormente a essa disciplina tinha uma "trava" com os novos meios de comunicação. E, posso dizer que me surpriendir comigo, ao notar meu gosto por esse "novo método" de se trabalhar em grupo.
Através da rede a comunicação extrapolou as paredes da sala de aula e as linhas telefônicas (hehehe), podemos interagir durante a manhã, a tarde, a noite e até a madrugada. Demorei um pouco para me situar, mas conseguir!
Quanto ao moodle, ainda há dificuldade em trabalhar com produção de texto de forma interativa, acredito que essa possa ter sido nossa maior falha, e admito que a minha também, pois fiquei muito focada na produção da turma de terça, a minha turma. Mas, acima disso acredito que a maioria de nós, ou todos, ainda não tinha trabalha dessa forma e, portanto, entendo essa dificuldade como algo natural e um momento de aprendizagem.
Por fim, falarei do inkscape. (ai, ai, ai...) Esse sim, foi a grande novidade do trabalho, nunca nem tinha ouvido falar dessa software. Demorei para compriender como deveria ser feito a cartilha no inskcape e depois de apresentar a cartilha para turma pude perceber a ausência de criatividade, a partir de então Eu, Fernanda, Elma e Gláucia (não sei das outras) começamos uma luta, contra o tempo, para produzir a cartilha de forma inovadora e com cara de cartilha (hehehe). Considero esse momento o mais exastivo, fiquei tensa para concluir isso dentro do prazo, e ao mesmo tempo aprendendo a utilizar esse software. Gostei do resultado, mas não conseguimos fazer tudo em um só padrão, cada turma deu uma cara para o seu texto. Espero que todos gostem.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Aula do dia 02/10

Na aula de terça tivemos que apresentar a cartilha para a turma. Então, podemos notar, como Bonilla já disse, que nossa cartilha está muito "chapada", faltando criatividade. Ela disse que só fizemos a primeira parte do trabalho, que foi a produção escrita. Agora temos uma prazo até quinta-feira para terminar a produção da cartilha no inkscape. Teremos que "brincar" com esse texto. Cada turma ficará responsavel pelo seu tema. Contudo, não pode haver fragmentação, tudos são responsaveis pela cartilha e sempre deverá ter trocas temos que nos sentir livres para interferir na produção do outro, afinal isso é fundamental nessa idéia de rede que estamos trabalhando.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Aula do dia 25/09

O tema dessa aula foi inclusão digital. Assistimos alguns vídios sobre o tema e recebemos uma esclarecedora explicação da professora com base no vídio: Inclusão digital: apresentação. Esse tema é bastante abrangente, pois o termo inclusão permite diferentes interpretações. Assim, ao se fala de inclusão digital surge uma dúvida sobre como incluir um individuo no mundo digital. Será que dá acesso basta? ou então deve-se da treinamento? Ou ainda uma formação? Todos esses processos possibilitam incluir nas novas tecnologias?
Bem, ao meu ver, o acesso não é suficiente, afinal não basta ter acesso para saber manusear e compreender o mundo digital. O treinamento é algo pontual, que capacita o indivíduo para utilizar um determinado software. A formação sim, é algo que possibilita uma compreensão ampla do mundo digital, permitindo a participação efetiva nessa comunidade.
Entender a diferença entre esses três processos é fundamental para nos educadores, que devemos, sempre, adotar o processo de formação. Por trás disso existe uma importante noção: transformar ou reproduzir? Portanto, a formação disponibiliza uma estrutura de reflexão e percepção do todo, trazendo o indivíduo para dentro da sociedade como ser pensante e modificador.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Aula do dia 18/09

A partir dessa aula comecei a compreender um pouco mais como funciona o software livre. Assistir uns vidios exposto no moodle sobre software livre: Vídeo Software Livre - evolução; Vídeo Software Livre - massinhas; Vídeo meta reciclagem;Vídeo Software Livre - ITI, o que me ajudou a entrar em contato com esse mundo tão presente, mais muito desconhecido para mim. Contudo surgiram muitas duvidas e confusões sobre o tema, e é aqui que entra o momento de exclarecimento. Nesse segundo momento da aula Bonila nos explicou de forma bem clara como funciona o software livre e o proprietário.No software livre temos acesso ao código fonte, o que nos permite modificar e interagir com o programa. Discutimos também sobre a questão da pirataria. Então falamos a respeito da licença copyright que é o proprietário, a licença copyleft utilizado pelo software livre e o creative commons que permite a utilização livre dos produtos e o conhecimento aberto. O tema é muito mais amplo, portanto, permito-me ficar com uma reflexão sobre privação e detenção do conhecimento, ao se falar de software livre fica difícil se desvincular dessa abordagem e então começo a comprender o discurso de "uma nova postura de sociedade".

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Aula do dia 11/09

Tivemos, nessa aula, oficinas de impressos e de internet, respectivamente, com Moises e Mônica.
Na oficina de impressos, que é o tema do meu trabalho, aprendemos a manusear algumas ferramentas do inkscape. Achei muito interessante esse programa, porque temos que criar coisas o tempo todo, coisas como: simbolos, modificar letras, slongan... A partir desse programa é possivel fazer jornais ou cartilhas. Moises nos mostrou como por um texto ao lado de uma imagen, como adicionar uma simbolo à uma frase. Aprendemos, portanto, "os truquer" para criar um jornal.
Agora é só usar a criatividade e mãos a obra!